thomson reuters

BLOG | REVISTA DOS TRIBUNAIS

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Senado aprova regras para ANP e fintechs após megaoperação sobre lavagem de dinheiro

BRASÍLIA (Reuters) – O Senado aprovou na noite da terça-feira um projeto que cria um conjunto de regras para coibir os chamados devedores contumazes e tentar fechar brechas na tentativa de evitar a lavagem de dinheiro no setor de combustíveis via fundos de investimentos e fintechs, informou a Agência Senado.

O texto aprovado em dois turnos pelos senadores e que agora segue para a Câmara dos Deputados ganhou força após uma megaoperação “Carbono Oculto”, da Polícia Federal, que investiga suposto esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, com participação de fundos de investimento e fintechs acusados de receberem recursos ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

O projeto aprovado estabelece o Código de Defesa dos Contribuintes e mira nos chamados devedores contumazes, empresas que se utilizam da inadimplência fiscal como estratégia de negócio.

Segundo a Agência Senado, o relator da proposta, senador Efraim Filho (União-PB), incorporou ao texto dispositivo prevendo que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabeleça valores mínimos de capital social, exija comprovação da licitude dos recursos e a identificação do titular efetivo das empresas interessadas.

O texto do senador também exige que as fintechs cumpram normas e obrigações acessórias definidas pelo Poder Executivo, de forma a ampliar o controle de movimentações financeiras e prevenir a lavagem de dinheiro.

(Redação Reuters de Brasília)

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Post Relacionado

Discriminação algorítmica: quando a tecnologia aprofunda desigualdades

Sistemas algorítmicos já decidem quem terá acesso a crédito, emprego, benefícios sociais, conteúdos informacionais e até visibilidade no espaço digital. Essas decisões são rápidas, escaláveis e, à primeira vista, neutras. Mas será que realmente são? E, mais importante: quem protege grupos vulneráveis e minorias quando a discriminação passa a ser

IGP-DI cai mais que o esperado em fevereiro, mostra FGV

SÃO PAULO, 6 Mar (Reuters) – O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou em fevereiro queda de 0,84%, maior do que o esperado e depois de avanço de 0,20% no mês anterior, com recuos tanto nos preços ao produtor quanto ao consumidor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta

REVISTA DOS TRIBUNAIS
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.