thomson reuters

BLOG | REVISTA DOS TRIBUNAIS

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Parlamentar denuncia bloqueio de comunicação entre funcionários de agências e Congresso dos EUA

Imagem do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, destacando o edifício federal Jamie L. Whitten em Washington, D.C.

WASHINGTON (Reuters) – Os funcionários dos órgãos da Agricultura, do Meio Ambiente e do Interior dos Estados Unidos foram instruídos pelo governo do presidente norte-americano, Donald Trump, a não conversar com o Congresso do país, disse nesta quinta-feira a deputada Chellie Pingree, em cartas enviadas aos gestores dos órgãos.

Pingree afirmou que a interrupção na comunicação difere do histórico de relacionamento do Congresso com a equipe dos órgãos, que fornecem informações críticas para a tomada de decisões dos parlamentares.

“Essa equipe sempre se conduziu de forma profissional e íntegra. Infelizmente, quase toda a comunicação foi interrompida desde que o presidente (Donald) Trump assumiu o cargo. Meu entendimento é que essa equipe foi orientada a não se comunicar com o Congresso”, afirmou Pingree em cartas enviadas à secretária de Agricultura, Brooke Rollins, ao secretário do Interior, Doug Burgum, e ao gestor da Agência de Proteção Ambiental, Lee Zeldin.

A porta-voz do Departamento do Interior, J. Elizabeth Peace, disse que a agência não comenta sobre as comunicações do Congresso. As outras duas agências não responderam imediatamente aos pedidos para que comentassem o tema.

Pingree é a principal democrata no comitê da Câmara dos Deputados que supervisiona as agências do Interior, do Meio Ambiente e outras relacionadas.

As cartas expressaram “indignação” com a demissão de milhares de funcionários federais nas três agências e solicitaram informações, até 27 de fevereiro, sobre o número de desligamentos, além de uma análise por agência, local e outros detalhes.

“A maneira caótica como essas demissões em massa foram executadas só tornará o governo federal mais ineficiente”, disse.

(Reportagem de Leah Douglas; reportagem adicional de Valerie Volcovici e Nichola Groom)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Post Relacionado

Introdução ao Estudo do Direito como dominar as bases na era da IA jurídica

Introdução ao Estudo do Direito: como dominar as bases na era da IA jurídica

A inteligência artificial já faz parte da rotina de escritórios, departamentos jurídicos, tribunais e universidades. Ferramentas capazes de pesquisar jurisprudência em segundos, resumir documentos extensos e auxiliar na produção de conteúdos jurídicos estão transformando a forma como o Direito é estudado e praticado. Nesse cenário, uma pergunta importante surge: se