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OpenAI diz não ter planos para usar chip interno do Google

Dispositivo móvel exibindo o logo da OpenAI com um teclado de computador ao fundo, iluminado por luzes roxas e azuis, simbolizando tecnologia e inovação em inteligência artificial.

A OpenAI afirmou que não tem planos ativos para usar o chip interno do Google para alimentar seus produtos, dois dias após a Reuters e outros veículos de notícias informarem sobre a decisão da empresa de recorrer aos chips de inteligência artificial de seus concorrentes para atender à crescente demanda.

Um porta-voz da OpenAI disse no domingo que, embora esteja em testes iniciais com algumas das unidades de processamento tensorial (TPUs, na sigla em inglês, ou chips internos) do Google, não há planos de implantá-las em escala agora.

O Google não quis comentar.

Embora seja comum que laboratórios de IA testem chips diferentes, o uso de novo hardware em escala pode levar muito mais tempo e exigir arquitetura e suporte de software diferentes.

A OpenAI está usando ativamente as unidades de processamento gráfico (GPUs, na sigla em inglês) da Nvidia e os chips de IA da AMD para suprir sua crescente demanda. A OpenAI também está desenvolvendo seu chip, um esforço que está a caminho de atingir o marco de “tape-out” este ano, quando o design do chip é finalizado e enviado para fabricação.

A OpenAI aderiu ao serviço Google Cloud para atender às suas crescentes necessidades de capacidade computacional, informou a Reuters com exclusividade no início deste mês, marcando uma colaboração surpreendente entre dois concorrentes de destaque no setor de IA. A maior parte do poder computacional utilizado pela OpenAI viria de servidores GPU alimentados pela empresa de nuvem CoreWeave.

O Google vem expandindo a disponibilidade externa de seus chips de IA internos, ou TPUs, que historicamente eram reservados para uso da própria empresa. Isso ajudou o Google a conquistar clientes, incluindo a gigante da tecnologia Apple, bem como startups como Anthropic e Safe Superintelligence, duas concorrentes do ChatGPT lançadas por antigos líderes da OpenAI.

(Reportagem de Krystal Hu em Nova York e Kenrick Cai em São Francisco)

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