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Chefe de direitos humanos da ONU busca US$500 mi em 2025 e alerta que vidas estão em risco

Imagem de um representante da ONU durante uma coletiva de imprensa, cercado por microfones e bandeiras da organização, discutindo temas relevantes.

Por Emma Farge

GENEBRA (Reuters) – O chefe de direitos humanos da ONU fez um apelo na quinta-feira por 500 milhões de dólares em financiamento para 2025 para apoiar seu trabalho de investigação de abusos de direitos humanos em todo o mundo, da Síria ao Sudão, alertando que vidas estão em jogo.

O escritório de direitos humanos da ONU (OHCHR) tem enfrentado escassez crônica de financiamento que muitos esperam que seja exacerbada por cortes na ajuda externa dos EUA pelo presidente Donald Trump.

O financiamento dos EUA para o OHCHR foi destinado ao monitoramento de violações de direitos humanos no norte da Etiópia após a guerra civil de 2020-2022 e a programas de construção da paz na Colômbia, segundo o site da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional.

O apelo anual é para doações além dos fundos da ONU alocados das taxas dos Estados membros, que constituem apenas uma fração das necessidades do escritório.

“Em 2025, não esperamos que os grandes desafios aos direitos humanos diminuam”, disse o alto comissário para os Direitos Humanos, Volker Turk, aos Estados membros em um discurso na ONU em Genebra.

“Estou muito preocupado que, se não atingirmos nossas metas de financiamento em 2025, deixaremos as pessoas … sofrendo e possivelmente fracassando, sem o apoio adequado”, afirmou.

Ele disse que insuficiência de fundos significaria que mais pessoas permaneceriam em detenção ilegal; os governos poderiam continuar com políticas discriminatórias; as violações poderiam ficar sem documentação; e os defensores dos direitos humanos poderiam perder a proteção.

“Em resumo, vidas estão em jogo”, declarou ele, acrescentando que seu escritório no ano passado ajudou a libertar mais de 3.000 pessoas em detenção arbitrária e apoiou mais de 10.000 sobreviventes da escravidão moderna e mais de 49.000 sobreviventes de tortura e suas famílias.

 

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