thomson reuters

BLOG | REVISTA DOS TRIBUNAIS

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Marina defende que Autoridade Climática seja vinculada a seu ministério

Marina defende que Autoridade Climática seja vinculada a seu ministério

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, defendeu nesta quarta-feira que a Autoridade Climática, por se tratar de um órgão técnico, fique sob a gestão de sua pasta.

Novamente anunciado no mês passado em meio a uma onda de incêndios florestais que tomou o país, o novo órgão ainda não saiu do papel.

“Nesse momento, há um processo de discussão interna no governo. Tem uma complexidade que é a criação de um novo marco legal para a figura da emergência climática”, disse ela em evento no Rio de Janeiro.

“A mesma coisa a Autoridade Climática, porque pressupõe Know how e todo um conjunto de ações que precisa estar no bloco certo. A autoridade é uma instituição técnica, exatamente para evitar qualquer tipo de sazonalidade política, colocando os dados, fazendo modelagens e os alertas”, acrescentou.

Em recente entrevista, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, chegou a dizer que a autoridade era, por enquanto, apenas um “Power Point”.

Marina disse ainda que a Autoridade Climática não seria um “xerife climático”, focado em aplicar multas, punições e sanções. O órgão ficaria responsável, segundo ela, pela formulação de propostas e modelagens de cenários.

 

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Post Relacionado

Discriminação algorítmica: quando a tecnologia aprofunda desigualdades

Sistemas algorítmicos já decidem quem terá acesso a crédito, emprego, benefícios sociais, conteúdos informacionais e até visibilidade no espaço digital. Essas decisões são rápidas, escaláveis e, à primeira vista, neutras. Mas será que realmente são? E, mais importante: quem protege grupos vulneráveis e minorias quando a discriminação passa a ser

IGP-DI cai mais que o esperado em fevereiro, mostra FGV

SÃO PAULO, 6 Mar (Reuters) – O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou em fevereiro queda de 0,84%, maior do que o esperado e depois de avanço de 0,20% no mês anterior, com recuos tanto nos preços ao produtor quanto ao consumidor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta

REVISTA DOS TRIBUNAIS
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.