thomson reuters

BLOG | REVISTA DOS TRIBUNAIS

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Vendas de novas moradias nos EUA caem mais do que o esperado em agosto

WASHINGTON (Reuters) – As vendas de novas moradias unifamiliares nos Estados Unidos caíram mais do que o esperado em agosto, uma vez que a taxa da popular hipoteca fixa de 30 anos subiu acima de 7%, levando os compradores em potencial a se afastarem.

As vendas de casas novas caíram 8,7% no mês passado, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 675.000 unidades, informou o Departamento de Comércio nesta terça-feira. O ritmo de vendas de julho foi revisado para cima, para 739.000 unidades, em comparação com as 714.000 informadas anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters previam que as vendas de casas novas, que representam uma pequena parcela das vendas de moradias nos EUA, cairiam para uma taxa de 700.000 unidades.

Essas vendas são contadas no momento da assinatura de um contrato, o que as torna um indicador importante do mercado imobiliário. No entanto, elas podem ser voláteis em uma base mensal. As vendas aumentaram 5,8% em agosto na comparação anual.

Embora as vendas de imóveis novos continuem a ser sustentadas pela escassez de imóveis antigos no mercado, o ressurgimento das taxas de hipoteca está reduzindo a acessibilidade para muitos compradores de imóveis em potencial.

A taxa da popular hipoteca fixa de 30 anos ficou acima de 7% em agosto e subiu para uma média de 7,19% na semana passada, a mais alta desde julho de 2001, de acordo com dados da agência de financiamento hipotecário Freddie Mac. As taxas hipotecárias estão subindo junto com os rendimentos dos Treasuries, que avançaram devido às preocupações de que a alta dos preços do petróleo poderia prejudicar a luta do Fed contra a inflação.

Na semana passada, o Federal Reserve manteve sua taxa básica de juros de referência na faixa de 5,25% a 5,50%. No entanto, o banco central dos E.U.A. endureceu sua postura, projetando outro aumento até o final do ano e a manutenção da política monetária significativamente mais rígida até 2024 do que o esperado anteriormente.

(Reportagem de Lucia Mutikani)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Post Relacionado

Pessoa recebendo aplicação de vacina no braço, simbolizando a importância da vacinação contra doenças.

Casos de sarampo caem 71% em 24 anos por melhoria da cobertura vacinal, diz OMS

Por Mariam Sunny (Reuters) – Os casos globais de sarampo caíram 71%, para 11 milhões, no período de 2000 a 2024, impulsionados pela melhoria da cobertura de vacinação, informou a Organização Mundial da Saúde em um relatório na sexta-feira. A vacinação contra o sarampo evitou quase 59 milhões de mortes

Vista aérea do centro de Houston com prédios altos e área verde nas proximidades, sob um céu parcialmente nublado, evidenciando a arquitetura moderna da cidade.

Dívida pública bruta do Brasil sobe a 78,6% do PIB em outubro, mostra BC

SÃO PAULO (Reuters) -A dívida bruta do Brasil registrou alta em outubro, quando o setor público consolidado brasileiro apresentou superávit primário abaixo do esperado, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pelo Banco Central. A dívida pública bruta do país como proporção do PIB fechou outubro em 78,6%, contra 78,1%

REVISTA DOS TRIBUNAIS
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.