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Senado dos EUA aprova texto contra tarifas de Trump ao Brasil, mas medida deve parar na Câmara

Imagem da Casa Branca em Washington, com nuvens no céu e um arco-íris ao fundo, simbolizando o símbolo emblemático de Washington, DC, Estados Unidos.

WASHINGTON (Reuters) – O Senado dos Estados Unidos, liderado pelos republicanos, aprovou nesta terça-feira uma legislação que anula as tarifas de importação impostas pelo presidente do país, Donald Trump, contra o Brasil.

A legislação encerra a emergência nacional declarada por Trump em julho, em retaliação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por uma tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes.

A votação no Senado vai agora para a Câmara dos Deputados dos EUA, também controlada pelos republicanos, onde deve ser arquivada. Os republicanos na Câmara têm repetidamente votado para bloquear ações legislativas que encerram as tarifas de importação de Trump.

No primeiro de três projetos sobre tarifas de importação que devem chegar ao Senado dos EUA nesta semana, os senadores aprovaram a medida sobre o Brasil por 52 a 48, com cinco republicanos cruzando linhas partidárias para apoiar a medida.

A ação do Senado dos EUA veio enquanto Trump faz um tour de cinco dias por Malásia, Japão e Coreia do Sul e que deve incluir um encontro com o presidente da China, Xi Jinping, sobre comércio, na quinta-feira.

Os democratas do Senado, que alegam que Trump usou declarações de emergência falsas para justificar algumas de suas tarifas de importação, prometeram forçar repetidas votações para desfazer as medidas comerciais.

Em abril, o Senado aprovou uma lei para acabar com as tarifas de Trump contra o Canadá, mas rejeitou outra medida para conter tarifas globais do republicano. Nenhuma das duas foi aprovada na Câmara.

Autoridades brasileiras citam superávit comercial de US$410 bilhões dos EUA com o Brasil ao longo de 15 anos. Mas o decreto de Trump acusou o Brasil de ameaçar a segurança nacional, a política externa e a economia dos EUA, além de “perseguir politicamente” Bolsonaro.

(Por David Morgan)

 

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