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Fávaro diz que seguro rural é ferramenta importante, mas não cumpre mais sua finalidade

Político brasileiro em discurso na frente de uma bandeira, vestindo terno e gravata, em um evento oficial.

Por Victor Borges

BRASÍLIA (Reuters) – O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou nesta terça-feira que o seguro rural não cumpre mais seu papel de forma eficaz e o governo discute mudanças no modelo atual.

“O seguro rural é uma ferramenta muito importante, mas que não cumpre mais sua finalidade no Brasil”, disse Fávaro em entrevista a jornalistas no Ministério da Fazenda, após reunião com o ministro Fernando Haddad. “Está totalmente colapsado o sistema.”

Segundo Fávaro, a universalização do seguro rural e a instituição do seguro paramétrico estiveram entre as principais propostas levadas à Fazenda.

O modelo paramétrico prevê o pagamento de indenizações baseadas em indicadores previamente estabelecidos, como variação de temperatura e de precipitação, para calcular os valores dos sinistros.

Fávaro também afirmou que o governo pretende estabelecer a obrigatoriedade da contratação do seguro para produtores beneficiários de incentivos fiscais. Segundo ele, essas mudanças devem minimizar o impacto de renegociações de dívida.

“O que nós estamos propondo é a obrigatoriedade para aqueles produtores que acessarem o recurso controlado, os juros reduzidos, por conta da subvenção governamental. Então, se ele já tem um benefício, ele tem que também fazer seguro”, afirmou.

O ministro disse que o governo deve aproveitar um projeto de lei da senadora Tereza Cristina (PP-MS), em vez de enviar uma proposta separada, e tentar “melhorar” o texto propondo, entre outros pontos, uma forma de garantir orçamentos não contingenciais. De acordo com ele, sua pasta já levou à Fazenda sugestões de formas de compensação. “Não dá para ter a insegurança de que precisa fazer remanejamento”, disse.

 

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