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EUA pediram documentos sobre crime organizado após ligação entre Lula e Trump, diz Haddad

Imagem de um homem com expressão séria, vestindo terno e gravata, sentado em ambiente de escritório com fundo claro. Ideal para conteúdo sobre negócios ou liderança.

BRASÍLIA, 3 Dez (Reuters) – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira que recebeu da embaixada dos Estados Unidos um pedido de acesso a documentos sobre operações de combate ao crime organizado, após telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.

Em entrevista coletiva, Haddad afirmou que os documentos estão passando por tradução na Receita Federal “para que essa ação seja efetivada”.

De acordo com o ministro, as operações de combate ao crime organizado no Brasil agora ganharam um caráter transnacional com o telefonema de Lula ao presidente norte-americano.

Após a ligação na terça-feira, classificada como “muito produtiva” pelo governo brasileiro, o Palácio do Planalto informou que Lula “ressaltou a urgência em reforçar a cooperação com os EUA para combater o crime organizado internacional”.

Uma operação contra lavagem de dinheiro e sonegação tributária deflagrada na semana passada apontou operações irregulares com empresas constituídas nos Estados Unidos, com Haddad também tendo citado apreensões de armas vindas do país norte-americano.

Na entrevista desta quarta, que tratou de combate a problemas de saúde relacionados a jogos de azar, Haddad também citou bets como veículos para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

“Nós sabemos disso e isso vai ter desdobramentos muito rapidamente”, disse, sem dar detalhes.

 

(Por Bernardo Caram)

 

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